Raheem Sterling indicou o Fulham como seu destino preferido caso venha a deixar o Chelsea nesta janela de transferências, o que representaria seu terceiro clube londrino no espaço de um ano.
Seu desejo de permanecer na capital não se deve às perspectivas no futebol, mas sim à relutância em mudar sua família da casa que eles têm no oeste de Londres.
Sterling tem despertado o interesse do Napoli, um dos candidatos ao título da Série A, mas os 11 troféus importantes conquistados durante sua passagem pelo Manchester City fazem com que o jogador de 31 anos possa priorizar outras coisas em vez da disputa pelo título.
O ponta foi deixado de lado pelo elenco do Chelsea nesta temporada, após uma passagem por empréstimo totalmente malsucedida pelo Arsenal na temporada passada, que o levou a retornar ao seu clube de origem. Ele vem treinando separado do time principal, e sua ausência em campo remonta a maio de 2024.
O Fulham seria o destino perfeito devido à sua proximidade e à oportunidade de ter mais tempo de jogo, mas a negociação pode se mostrar complicada devido ao seu salário absurdo, que, segundo relatos, chega a 325 mil libras por semana.
Os proprietários do Fulham não têm falta de recursos financeiros, mas uma transação dessa magnitude prejudicaria gravemente qualquer clube que não fizesse parte da elite mundial. No entanto, com o Chelsea interessado em aliviar a enorme pressão sobre sua folha salarial, um pagamento elevado ou um acordo com valores significativamente reduzidos poderia tornar a ideia mais viável.
Crédito da imagem: Hossein Zohrevand, licenciada sob a licençaCC BY-SA 4.0
Será que Sterling vai causar impacto no Fulham?
É difícil dizer se Sterling resolveria algum dos problemas do Fulham e, por outro lado, se o clube resolveria algum dos problemas dele, mas o fato de jogadores estarem relançando suas carreiras fora dos chamados “seis grandes” está se tornando uma história cada vez mais comum.
Jack Grealish, Marcus Rashford e Scott McTominay vêm à mente como exemplos recentes, e Sterling poderia se juntar a esse grupo se souber jogar bem suas cartas.
O talento é inegável: números como suas 82 partidas pela seleção da Inglaterra e 396 partidas na Premier League, com 123 gols, falam por si mesmos.
Com uma ausência tão longa do futebol regular da equipe principal desde que deixou o Man City, talvez o fato de se livrar da pressão dos “seis grandes” faça com que Sterling renasça e volte a causar impacto na Premier League.
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